Páginas

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Revista Genética na Escola

A revista semestral publicada pela Sociedade Brasileira de Genética traz esse mês um artigo com o tema:
CROMOSSOMOS, GENE E DNA: UTILIZAÇÃO DE MODELO DIDÁTICO.










 Ler o artigo link



A revista Genética na Escola vem como grande contribuinte para a construção do conhecimento em genética para as várias etapas da vida escolar. Apesar da grande visibilidade que a divulgação "online" pode ter, é necessário a divulgação por outros meios.






domingo, 1 de maio de 2011

Aula Prática: Onde encontrar o DNA?


O que é o DNA? Onde podemos encontrá-lo? Podemos observar o DNA?
Essas são perguntas que fomentam o imaginário dos educandos e o professor como mediador do conhecimento pode ajudar o aluno a construir essa ideia de forma correta, basta um pouco de material que pode ser encontrado em casa.
A prática no ensino de genética e o cotidiano do educando devem andar de mãos dadas para mostrar que tudo que é mostrado na teoria em sala de aula pode ser observada na sua vida.
Essa prática também pode ser realizada com o tomate. (Sofre poucas modificações).
 Extração do DNA da cebola
 Material:
1 cebola picada
Copo
Detergente
Água quente (70o – 75o C)
Papel de filtro
Álcool (conservado no congelador)
Palito

 Procedimento: Corte a cebola em cubos pequenos e deposite em um copo. Acrescente o detergente e a água quente esperando por quinze minutos até o próximo passo. Após os 15 minutos coloque a mistura sob gelo. Em seguida filtre a mistura e acrescente o álcool.

O que aconteceu?
Agora podemos observar o aparecimento de 2 fases (fig 1). A solução aquosa contendo o DNA ficará na fase que está embaixo.
Com o auxílio do palito, faça movimentos giratórios e poderá observar a adesão dos filamentos no palito.
 
Após a prática muito pode ser discutido acerca do assunto.

De que forma os educandos imaginavam o DNA? Quais suas funções? De que é constituído? E muitas outras coisas.
Dependendo da série que a prática for aplicada o conteúdo pode variar do mais básico até questões mais técnicas e atuais.
FIG.2
FIG.1

sexta-feira, 15 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Primeiros espermatozóides criados em laboratório


Pesquisadores japoneses conseguiram criar em laboratório os primeiros espermatozoides de animais mamíferos. A técnica, publicada na edição desta quarta-feira, 23, da Nature, era dada até então como impossível. Os cientistas acreditam que a descoberta pode ajudar a revelar como se dá a formação dos espermatozoides e, no futuro, auxiliar no tratamento da infertilidade em homens.

Takehiko Ogawa e seus colegas da Universidade de Yokohama descobriram que a chave para a obtenção dos espermatozoides através da meiose estava em uma simples mudança das condições de cultura. "O relatório é muito emocionante, pois representa o cumprimento de uma meta defendida por muitos biólogos durante muitos anos", diz Mary Ann Handel, especialista em genética reprodutiva no Laboratório Jackson, em Bar Harbor, nos Estados Unidos.

Por tentativa e erro, a equipe observou quais métodos de cultura permitiram que o esperma retirado de fragmentos de testículos dos camundongos amadurecessem. Para acompanhar o desenvolvimento dos espermatozoides, eles usaram uma proteína fluorescente que marcou células que passavam - ou já haviam passado - pela meiose.

Ali Honaramooz, biólogo reprodutivo da Universidade de Saskatchewan, em Saskatoon, no Canadá, diz que a técnica poderia ajudar os meninos pré-púberes prestes a passar por terapias contra o câncer, por exemplo, que destrói a fertilidade. A descoberta também poderia proteger o potencial reprodutivo de animais em extinção que morrem antes da maturidade sexual, acrescenta.

O procedimento também será útil para estudar os eventos moleculares subjacentes à produção de esperma, diz Martin Dym, biólogo celular da Universidade de Georgetown em Washington. Mas, antes que a técnica possa ser usada em tratamentos para a infertilidade masculina, os investigadores terão de gerar milhões de espermatozoides e traduzir o trabalho para as condições humanas, ele ressalta.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Apresentaçao do filme Lorenzo's.Oil.1992.


Este é um dos melhores filmes para se trabalhar em sala de aula, pois, ele aborda bons conceitos genéticos, algo importante para aprofundar uma bela discussão. O filme "O Óleo de Lorenzo", uma produção americana de 1992, baseada em fatos reais, retrata a história de Lorenzo Odone, um garoto com adrenoleucodistrofia (ALD), uma rara doença genética que causa dano à bainha de mielina dos neurônios e pode levar à morte em poucos anos. Pessoas com ALD acumulam altos níveis de ácidos graxos de cadeia longa, devido à ausência da enzima responsável pela sua degradação.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Termos bastante usados em Genética


Gene: os genes são pedaços ou segmentos de DNA  e que possuem a informação para a produção de uma proteína ou um polipeptídio. O DNA está situado nos cromossomos. No cromossomo, cada gene ocupa uma posição específica que é chamada de Lócus. 

Alelos: São os genes que se unem para formar uma determinada característica e se encontram no mesmo lócus nos cromossomos homólogos. Por exemplo, a característica semente amarela, em ervilhas, é codificada pelos alelos VV, se homozigota e Vv, se heterozigota. Os alelos estarão sempre aos pares nos cromossomos, pois um dos alelos é proveniente de um gameta masculino e o outro de um gameta feminino.

Genótipo: é a constituição gênica de um organismo, ou seja, o conjunto de todos os genes. Geralmente é representado através de letras para simbolizar os genes, e essas letras são utilizadas quando realizamos cruzamentos.

Genótipo: é a constituição gênica de um organismo, ou seja, o conjunto de todos os genes. Geralmente é representado através de letras para simbolizar os genes, e essas letras são utilizadas quando realizamos cruzamentos.
Fenótipo: é a interação do genótipo com o ambiente. O fenótipo são as características visíveis de um organismo, por exemplo, uma pessoa tem o gene para cabelos castanhos, mas pinta-o de loiro. O genótipo desta pessoa é para cabelos castanhos, mas seu fenótipo é loiro. O mesmo pode ocorrer para cor da pele, como uma pessoa que tem o gene para pele clara, mas gosta muito de tomar sol. Então ela tem o genótipo para pele clara, mas seu fenótipo é pele morena. O mesmo pode ocorrer para inúmeras outras características, tanto morfológicas como fisiológicas, que é o caso dos grupos sanguíneos.

Homozigoto: Um indivíduo é chamado de homozigoto, ou puro, quando os alelos que codificam uma determinada característica são iguais. Ou seja, os alelos são iguais e ele vai produzir apenas um tipo de gameta. Por exemplo, em ervilhas, a característica sementes verdes é recessiva, portanto, homozigota, pois possui o genótipo vv, e produzirá apenas gametas v. O mesmo ocorre para sementes amarelas homozigotas, VV, que produzirão gametas V.

Heterozigoto: é o indivíduo que possui os dois alelos diferentes para determinar uma característica. São também chamados de híbridos. Todos os indivíduos da geração F1 de Mendel eram heterozigotos Vv, que codificava a característica de semente amarela.

Dominante: O gene dominante é aquele que determina uma característica, mesmo quando em dose simples nos genótipo, como é o caso dos heterozigotos.

Recessivo: é o gene que só se expressa quando em dose dupla, pois na presença de um dominante, ele se torna inativo, como é o caso dos heterozigotos. Isso ocorre porque a proteína produzida pelo gene recessivo é defeituosa e às vezes não funcional. A semente da ervilha fica enrugada (rugosa) porque a produção de amido é bem menor que na espécie lisa (dominante), o que deixa ela com este aspecto. Já a proteína do gene dominante é funcional, mesmo em dose simples, como no heterozigoto.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Conhecimento itinerante

Inaugurando o blog "Alelo quase dominante" mostraremos um trabalho realizado pelo Grupo de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CEPOF) do Instituto de Física de São Carlos em conjunto com o Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH), do Instituto de Biociências da USP.

A inciativa chama-se "A USP vai à sua escola", e tem como objetivo avaliar a importância do acesso ao conhecimento científico como instrumento motivador ao aprendizado.


Objetos interativos da seção de Física (A) e de Biologia (B) By: RGE V2N4 


A revista  Genética na Escola, forte contribuinte na divulgação do ensino e prática em genética desde o ano de 2006, publicou no volume 2 nº 4 do ano de 2009 um artigo contendo várias informações e os bons resultados obtidos por esta brilhante iniciativa.
O artigo pode ser lido aqui.


Em uma temática itinerante outras iniciativas estão sendo desenvolvidas em várias partes do brasil e terão seus espaços divulgados por meio deste blog.

Um grande abraço.